sexta-feira, 23 de julho de 2010

Nós e a oração do Pai nosso primeiras reflexões

       Lendo umas postagens e refletindo sobre as mesmas me veio a mente a lembrança de alguém falando sobre o modelo de oração que Jesus ensinou aos seus discipulos - que é conhecida como "Pai nosso". Essa pessoa falava sobre a responsabilidade que é fazer essa oração. Na época não entendi muito bem, mas hoje refletindo sobre isso comecei a entender e quero dividir com vocês.
        Como essa reflexão é  profunda dividirei a reflexão em partes para tentar contemplar melhor e mais profundamente como o assunto merece.
Pra começar vamos transcrever os primeiros versículos que compõem essa passagem.

   Mateus 6. versos 09 e 10 :

"Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;" (Bíblia da Muelher - Revista e Atualizada)

    Gosto de refletir o primeiro trecho destacado sobre a expressão  santificado seja o teu nome, pois na bíblia na linguagem de hoje esse trecho é traduzido como "que todos reconheçam que o teu nome é santo".

   O que siginifica reconhecer? Em alguns dicionários encontramos a explicação de que reconhecer significa admitir como verdadeiro, assim se na oração que devemos seguir como modelo anelamos que o nome de nosso Deus seja reconhecido como santo devemos nos analiasr e procurarmos ver se nosso testemunho está levando outras pessoas a reconhecerem que não só o nome, mas que nosso Deus é santo e admitindo-o como verdadeiro.
  O segundo trecho "seja feita a tua vontade assim na terra como no céu" compreendo como uma complementação do primeiro, pois ao orarmos pedindo que a vontade dEle, não a nossa, seja feita aqui na terra estamos buscando glorificar o nome dEle, procurando fazer que os outros através de nosso testemunho reconheçam que Ele é santo.

      Aqui começo a perceber o que aquela pessoa que citei ter ouvido dizer que orar o "Pai nosso" é uma grande responsabilidade, quis dizer a partir desse segundo trecho. podemos até dizer:

"Senhor faz tua vontade em minha vida, pois ela é melhor e mais agradável que a minha!" 

       Mas sejamos sinceros conosco mesmos, pois Deus sonda e conhece nossos corações, quem de nós mesmo sabendo disso, que a vontade de Deus é perfeita e a melhor pra nossa vida, nunca ficou "decepcionado" ao receber uma resposta de uma oração feita simplesmente porque a resposta não foi como queríamos e porque acreditávamos piamente que a nossa vontade era a melhor ou no mínimo a mais correta e ela não foi realizada?

     Quem de nós consegui orar "faça-se a tua vontade e não a minha Senhor!" sem ter um pouco de receio sobre o que pode acontecer? Afinal, fazemos planos e projetos que acreditamos serem os mais corretos, mas será que a vontade de Deus é igual a minha ou a sua? na bíblia no livro de Isaías temos a resposta pra essa pergunta, e que causa a ansiedade ou o receio ao oramos esse trecho, pois Deus diz através de seu servo "porque meus caminhos são mais altos que os vossos caminhos e os meus planos maiores do que os vossos planos".

    E pra ser mais clara e objetiva, pra conseguirmos orar essa parte precisamos aceitar sermos completamente dependentes e direcionados por Deus em tudo que diz respeito a nossa vida. 
    
    E o ser humano infelizmente é muito ansioso, inquieto, não consegue descansar em Deus quando Ele nos dá como resposta as nossas petições o silêncio, suplicamos, nos desmanchamos em lágrimas, em desespero, alguns até se ousam a querer tentar colocar Deus "no canto da parede" através de votos e etc tentando "orbigá-lo" a responder.

   Quando cresceremos espiritualmente pra aceitarmos que a vontade dEle seja feita soberana em nossa vida, em todos os espaços de nossa vida?

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Uma pequena reflexão – parte 1


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Fazendo uma pequena análise da bíblia e com alguns livros de apoio começo a intuir algumas coisas que talvez estejam passando despercebidas por nós cristãos e leitores da bíblia. Quero explicar que não tenho a pretensão de ter ou dar a palavra final quanto aos assuntos abordados, e também não se trata de uma revelação que recebi. É apenas uma análise de algumas coisas que passo a “compreender melhor”.
Observando o cristianismo no Brasil tenho percebido que ele passou e está passando por mudanças sejam elas boas ou ruins, porém há um número crescente de banalização com o evangelho daí tendemos a pensar que isso ocorre exatamente no ”mundo”, porém estou me referindo a igreja. Como assim a igreja? Exatamente, a igreja. Observo que nós – igreja de Cristo – aos poucos estamos nos acomodando com as coisas que afetam diretamente os princípios bíblicos. Estamos valorizando a roupa, os sapatos, o carro, o status e estamos se esquecendo de valorizar quem usa as roupas, os sapatos e os carrões. Isso é o que Jesus faria?
Estamos trabalhando em função de número e mais números e até dizemos que Deus está abençoando a obra quando os números aumentam, ou seja, crescimento numérico se tornou sinônimo de bênçãos de Deus. Isso é verdade?
Vamos trabalhando em função dos números e com a crença de que ganharemos e seremos mais e mais abençoados como se fosse uma forma de troca. Trocamos nosso serviço por bênçãos de Deus, mas ponderemos. Que tipo de serviço prestamos a Deus? O que nos motiva a esse serviço? Será que estamos fazendo tudo por gratidão, haja vista já termos recebido a maior benção?
Porque será que dificilmente os necessitados em nossas igrejas não são objetos de nosso serviço? Será que isso é obrigação apenas dos governos e das ações sociais apenas?
Porque quando abraçamos a fé cristã tendemos a incluir todos, mas depois passamos um pente fino em nosso ciclo de vida e só abraçamos parte dessa fé cristã? Será que a fé cristã não é um todo? Percebo doutrinas que dizem- se bíblicas, porém seu fundamento é que uns são objeto de amor de Deus e outros objetos de seu ódio, e não há como dissociar o home desse tipo de ação. Quem assim age somos nós e porque dizemos que Deus assim o faz? Quando é que nos alegraremos de coração quando um “Mané de cabelos arrepiados” descobrir que há esperança? Quando abraçaremos um homossexual sem o preconceito religioso que o faz se sentir como a pior espécie? Quando os jovens tatuados poderão desfrutar de uma vivência em uma igreja sem serem olhados apenas por fora? Quando aprenderemos que Jesus veio e nos mostrou como agir com o diferente?
Penso que se Jesus viesse novamente eu, talvez, seria um dos que o criticariam por abraçar com a maior naturalidade uma prostituta em trajes indecentes, por demonstrar amor pelos que consideramos indignos de tal amor. Quando aprenderemos? Quando deixaremos de ler a bíblia com a ótica “religiosa” e leremos com a percepção cristã?
Lembro-me de um pastor que me disse “Daniel temos de ter cuidado para não sermos mais incluidores e mais amantes do que Deus”. Minha resposta pra ele foi, na verdade, uma pergunta: “Isso é possível?” Será que é possível sermos mais incluidores e amantes que Deus?
Esse é, talvez, nosso maior obstáculo. Romper a nós mesmos, chutar o balde de nossos preconceitos e não termos medo de amar o diferente, amar aquele que muitas vezes não anda como queríamos que andasse, amar o dono do cabelo arrepiado, o homossexual e saber que ele tem uma alma e Deus a quer, pois seu filho Jesus também morreu por todos os que são “diferentes”, os “excluídos”.
Penso que muitos ensinamentos defendidos em muitas igrejas – em formato de doutrinas- é uma tentativa de patentear Deus. Não estou fazendo apologia aos erros, mas estou dizendo que o dever de amare de todos, se quisermos abraçar a Cristo temos de abraçar por completo. Isso significa inclusive amar os que são “diferentes”. Sei o quanto isso é difícil, pois vivo essa dificuldade, mas é como falei no início, é algo que começo a intuir, não tenho a pretensão de ser melhor que ninguém, pois se assim quisesse essa seria só uma prova de que não sou.
Quando Deus deixará de ser apenas meu e também será do outro? Quando a palavra amor suplantará a expressão “estou certo”? Quando pararemos de ser assassinos espirituais e seremos fonte de vida em deus?
Esses são os meus questionamentos que divido com todos. Eu preciso mudar. Eu preciso vencer a mim mesmo para que um dia possa dizer como Paulo “não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim”, e eu passo a imaginar as dificuldades vividas por ele em seu tempo.
Quero estar disposto e oro pedindo forças a Deus para continuar levando o evangelho, a sério custe o que me custar. Se eu não estiver disposto a morrer por minhas crenças, então elas não são tão importantes assim.
Percebo que esta é uma mensagem difícil de viver, porém é esta mesma que vejo na bíblia por isso, talvez, o autor tenha dito que “o caminho é estreito”. Que meditemos nesta palavra e oremos para que vivamos todo o evangelho de nosso senhor Jesus e não apenas parte dele.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Decepção comigo e com todos que fazem o que já fiz!!!!!!


 http://econhecereisaverdadeeelavoslibertara.blogspot.com/2010/05/os-ateus-coitadinhos-invertendo-quem.html
Ao transcrever o post do Solano Portela em maio /2010 (cujo link está acima) disse que era por acreditar ser relevante, mas deveria ser mais clara por isso serei agora.
Minha intenção com essa postagem claro é alertar primeiramente que qualquer pessoa independente de religião, mas que creia em Deus – Pai essa pessoa também é perseguida por aqueles que dizem que Deus é uma criação do homem.
E que a situação se agrava quando essas pessoas professam a religião Cristã.
Contudo gostaria de deixar claro que minha postura ao transcrever o post do Solano não é de uma pessoa que recrimina os ateus ou outros grupos. Mas sim uma pessoa que está cansada de grupos, independentemente de crenças, que se colocam como coitados ou perseguidos por uma determinada concepção que defendem e que aproveitam pra dizer que em nosso país não existe liberdade e expressão e terminam por querer restringir a liberdade de expressão dos outros.
Todos nós temos o direito de concordar ou discordar das idéias uns dos outros, das crenças ou descrenças dos outros, só não podemos ser grosseiros e mal educados tentando impor suas concepções pessoais pra os outros.
Acho interessante como nós seres humanos temos a dificuldade de expressar nossas idéias sem tentar impor aos outros que as aceitem como únicas e verdadeiras. Eu falo por experiência própria.
Já fui uma dessas pessoas que tentou impor sua fé aos outros e terminei por desobedecer um dos princípios que um dos apóstolos nos ensinou, que nós podemos pregar o evangelho, mas que quem convence o homem que ele é pecador e nessa condição precisa de um salvador é o Espírito Santo de Deus.
Amargo até hoje por ter tido uma atitude de imposição aos outros esquecendo que o próprio Jesus ensinou Mateus capítulo 7 e verso 12 que diz “Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.”
Contudo peço a Deus ajudar e sabedoria pra não agir mais assim e admiro pessoas que conseguem expor sem impor suas crenças, concepções e opiniões, como, por exemplo, o sr. Gaspar de Souza Ministro da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Que Deus nos ajude- a todos que crêem ou não nEle-  a sermos mais sábios e tolerantes respeitando  a liberdade de crença, religião e expressão dos outros.

Ainoan Rocha, Recife, 20/07/2010 14:h02

segunda-feira, 19 de julho de 2010

O DESÍGUINIO E EFEITO DAS AFLIÇÕES



"Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas." (2 Coríntios 4:17-18.)

Paulo sofreu muito por causa do evangelho, mas, quando refletia sobre seus problemas à luz da perspectiva da eternidade, ele os enxergava como leves e momentâneos. Ao comparar o peso desses sofrimentos com a eterna glória, eles se tornavam insignificantes.

Embora as aflições possam causar o desgaste do exterior da pessoa, o Espírito, que dá vida, renova seu interior dia após dia, em preparação para a glória do porvir. Paulo incentivou os coríntios a mudarem seu enfoque do peso das circunstâncias temporárias e externas para o peso interno e eterno da glória, herança daqueles que crêem.

(Bíblia da Mulher)

Deus tem um propósito por trás de cada adversidade.

Ele usa as circunstâncias para desenvolver nosso caráter. Na verdade, ele se utiliza mais das circunstâncias para nos tornar semelhantes a Jesus que de nossa leitura bíblica. A razão é óbvia: você se defronta com as circunstâncias da vida nas 24 horas do dia. Jesus alertou-nos de que teríamos aflições no mundo (João 16:33). Ninguém está imune à dor ou livre de sofrer e ninguém tem a oportunidade de atravessar a vida sem problemas. A vida é uma série de problemas. Toda vez que se resolve um, já existe outro aguardando a vez. Pedro nos assegura de que problemas são normais: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (1 Pedro 4:12).

Deus utiliza os problemas para que você se aproxime dele. A bíblia diz: “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido” (Salmos 34:18). No sofrimento, aprendemos coisas a respeito de Deus que não podemos aprender de nenhuma outra forma. Deus poderia ter livrado José da prisão (Gênesis 39:20-23) e Daniel da cova dos leões (Daniel 6:16-24), poupado Jeremias de ser lançado no poço de lama (Jeremias 38:6), impedido os três naufrágios de Paulo (2 Coríntios 11:25) e evitado que os três jovens hebreus fossem jogados na fornalha em chamas (Daniel 3:1-27), mais não o fez. Permitiu que esses problemas acontecessem, e, em decorrência deles, cada um desses homens foi trazido para mais perto de Deus. Os problemas obrigam-nos a olhar para Deus e a depender dele, em vez de confiar em nós mesmos.

(Dr. Rick Warren)

domingo, 18 de julho de 2010

Religiosidade Incoerente




Quando falamos sobre religiosidade incoerente estamos tratando de um assunto complicado, pois não conseguimos perceber quem de fato está adorando ao Senhor de coração e que não está. Este julgamento somente pode ser feito por Ele (Deus).


Mas quando estamos à frente da igreja (ministrando os cânticos, pregando, etc.) vemos muitas pessoas que parecem não estar em sintonia com o que está acontecendo a seu redor. Isso fica evidente na maneira como alguns se comportam: conversam com o vizinho de banco, ficam olhando para ps lados, entram e saem da igreja, não cantam no momento dos cânticosm dentre outras coisas.


Uma das dificuldades atuais é que muitos não tem idéia do quão sério é estar na presença de Deus! Veja o que podemos aprender em Eclesiastes 5: 1 ao 7


"Precisamos ter reverência durante os cultos." (Eclesiastes 5:1a)


Tem -se perdido a reverência nos cultos em favor de um comportamento, uma forma de expressão mais informal. Não sou daqueles que acredita que o culto deve ser "engessado", ou seja, rigorosíssimo a ponto de não permitir alguma mudança dentro de sua liturjia, mas também não creio que o culto deva acontecer "de qualquer jeito", sem nenhuma preparação prévia. Deve-se ter em mente a reverência que é devida ao Senhor.
O culto no Antigo Testamento era bem litúrgico, o que não fazia do mesmo algo infutífero; o que ocorria era que as pessoas, por vezes, compareciam ao mesmo sem nenhum temor e respeito. Há um versículo que trás a seguinte expressão: "Guarda o teu pé...", o que indica que devemos ter reverência/respeito quando nos chegamos diante de Deus.
Com isso quero alertar para o fato de que muitas pessoas ao iniciarem o culto, ficam de bate-papo, isso quando não ficam naqueles entra e sai a toda hora. Onde está a reverência?
  • Nós ficamos horas ouvindo uma palestra em nossos empregos, e porque não conseguimos ficar concentrados durante o culto?
  • Ficamos horas na frente da TV ser ir ao banheiro, e porque durante o culto levantamos e saímos como se não aguentássemos mais nem um minuto?

Precisamos estar atentos à voz do Senhor (Eclesiastes 5:1b)

Nesse versículo Salomão diz que ouvir é melhor do que sacrificar! Mas quantas vezes vamos ao culto e prestamos atenção somente na nossa atuação (ministrando ou tocando na equipe de louvor, apresentando uma peça teatral, dentre outras coisas) e, na hora da mensagem não prestamos a mínima atenção! Isso é o "sacrifício de tolo" mencionado neste versículo. Será que para Deus valei tal participação no culto?

Jovens participar do culto é algo muito sério!

Culto não é "point cristão", ou onde vamos apenas com o intuito de ter relacionamentos com outras pessoas, visando arrumar um(a) namorado(a), não é hora e nem lugar de ficar trocando bilhetinhos uns com os outros! Culto é o lugar onde adoramos a Deus e Ele fala conosco!

Devemos pensar muito bem naquiilo que falamos ao Snehor (Eclesiastes 5:2)

Daremos duas ênfases neste tópico uma sobre o que cantamos ao Senhor e outra sobre os votos que fazemos a Deus.

- Com relação ao que cantamos: Já ouvi um comentário de alguém que a hora em que os crentes mais mentem é na hora em que estão cantando! Veja almas letra que cantamos:

"Tudo, ó Cristo, a ti entrego..."

"Quero ser um vaso de benção..."

"Quero ir, orar e contribuir..."

Não sei se você já ouviu alguma destas canções que cantamos nos cultos, mas certamente se lembra de alguns votos que fazemos ao Senhor quando estmoa cantando. nós devemos estar muit atentos ao que cantamos, e parafraseando o que diz o verso 5 "melhor é que não cantes do que cantar e não cumprir!"

Baseando-nos nas canções mencionadas, veja que erros podemos comenter:

  • "Tudo, ó Cristo, a ti entrego..." Mas não abro mão de algumas coisas para servir melhor ao Senhor!
  • "Quero ser um vaso de benção..." Mas faço fofoca dos irmãos!
  • "Quero ir, orar e contribuir..." Mas não evangelizo, não oro pelos missionários e não oferto para missões!

Veja o que disse Salomão: " Não te precipites com tua boca, nem o teu coração de apresse a promuniciar palavra alguma dianre de Deus..." (Eclesiastes 5:2)

Agora veja as palavras de Paulo: "Que farei, pois? orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espíritoc, mas também cantarei com a mente." (1 Conríntios 14:15)

Quando vocês está cantando no culto, presta atenção na letra das músicas que canta ou apenas canta da boca pra fora???

Com relação aos votos que fazemos todo fim de ano:

Sempre que termina o ano, as pessoas costumam fazer vários planos para o ano que se inicia. todas procuram ter um "ano novo" melhor do que foi o anterior. Nós os crentes em Jesus além destes costumamos fazer alguns outros planos (dentro da área do nosso relacionamento com deus), por exemplo:

  • "Neste anos vou ler toda a bíblia"
  • "Neste ano vou ser um crente dedicado na igreja"
  • " Neste ano vou ser fiel no meu dízimo"

Não quero dizer que isso é errado! De forma alguma! O que preocupa são votos não cumpridos no final do ano. Neste caso, o que ocorre muitas vezes é que entra ano e sai ano e continuamos a quebrar nossos votos para com o Senhor como se isso não tivesse a mínima importância.

Tenha muito cuidado quando movido pela emoção fizer um voto a Deus. Veja bem se pode cumpí-lo, pois Eclesiastes 5:4 nos ensina que tal procedimento é tolice. Não devemos nos apressar a falar ou fazer algum voto a Deus.

Como diz o ditado popular: " A pressa é inimiga da pefeição!"

Temos que aprender a controlar ossa língua. (Eclesiastes 5:3)

Tiago fala muito sobre este tema em sua carta, se você leu os textos devocionais pôde percer isso (Tiago 1:19 ao2 7/ 3;1 ao 5 - 6 ao 12), mas não ´e somente Tiago. Já reparou como a Bíblia fala muito sobr o controle que devemos ter sobre o que falamos?

Isso porque é como nossos lábios que colocamos para fora tudo o que temos no nosso coração. Foi Jesus quem disse "..porque a boca fala do que está cheio o coração." (Mateus 12:34). E veja o seu alerta no verso 37 "Porque pelas tuas palavras serás justificado e pelas tuas palavras serás condenados."

Como você tem usado sua língua? Somente para coisas boas ou tem saído palavras vâs de sua boca?

Devemos viver coerentemente com o que falamos ou cantamos para Deus, pois Ele quer de nós uma adoração racional. Ele não quer de nós um culto "robotizado", mas também não quer um culto levianos. É essa a ênfase em romanos 12:01, o culto racional!

Deus nos criou com espírito, mas também com intelecto e vontade - "os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores." (João 4:23).

Enfiim, será que nossa vida "religiosa" tem sido coerente com o título que ostentamos de "cristãos"?

Você tem sido coerente? Procure saber o que Deus pensa sobre sua vida e a adoração a ele perstada, e "teme a "Deus." (verso7)

Estudos no livro de Eclesiastes ( Franck neuwirth)

Postado por Moisés Silva, Recife 18 de Juhlo de 2010 10h17min

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Nossas fraquezas X Deus

   
      Venho refletindo sobre algumas coisas em minha vida e uma delas é sobre nossas fraquezas, sobre como ou porque Deus sempre usa pessoas que são fracas e falhas.

    Hoje, 30/04/2010, no caminho para o trabalho vinha lendo o capítulo 35, do livro "Uma vida com propósitos" de Rick Warren, que tem por título "O poder de Deus na fraqueza" e tive uma surpresa não com o conteúdo, mas com a confirmação que tive a respeito desse tema que já vinha sendo proposto em meu coração há algum tempo (afinal comecei lendo esse livro que é programado pra ser lido em 40 dias desde o final de dezembro/2009 e ainda não terminei!!!!).

    Há muito tempo em minha vida venho tentando entender - perceba venho tentando, pois sei que nunca entenderei por completo - como/ porque/ a razão de Deus sempre usar a cada um de nós mesmo sendo tão falhos. E também um outro ponto que venho procurando entender porque mesmo depois de aceitarmos Jesus como nosso único e suficiente salvador e sermos transformados em nova criatura continuamos a comenter tantas falhas.

   Algumas pessoas podem dizer ao meu primeiro ponto que é porque Deus é benigngo, logânimo, etc... E ao segundo ponto de minha reflexão que é porque mesmo tendo nascido de novo permanecemos na carne. Ambos argumentos estão corretos, mas vamos conversar/ pensar um pouco sobre isso.

   Nesse livro que citei fala de personagens conhecidos como Móises, Abraão e etc a esses gostaria de acrescentar um que já citei/ tratei em outra postagem,  intitulada "acepção de pessoas", que é o Jefté.
  Ícones como esses homens que encontramos o relato de sua história na bíblia nos fazem refletir sobre esses dois pontos de minha reflexão pessoal que compartilho com vocês.

   Com o passar do tempo com as experiências pessoais que venho tendo juntamente com a reflexão sobre a palavra de Deus tenho entendido que Deus nos usa mesmo com tantas falhas que temos primeiramente porque Ele é misericordioso e também porque fomos criados pra sermos instrumentos de louvor ao nosso Deus. E a maneira que temos de glorificá-lo/ louvá-lo é sendo usados por Ele para seus própositos.

   Então devemos ter em mente que em momento algum de nossa vida seremos usados por Deus por sermos "bonzinhos" pois infelizmente a natureza caída do homem habita está em nós e também porque se fosse assim a glória e o louvor que são destinados a Deus seriam divididos com o homem.


  E com relação ao fato de mesmo depois de salvos permanecermos pecando pude entender - até o momento - é que mesmo depois que aceitamos e confessamos a Jesus Cristo como nosso único e suficente salvador a natureza pecaminosa ainda encontra-se em nós. A obra da salvação está consumada, nossos pecados já estão perdoados, mas não é extraída de nós essa natureza caída.

Contudo Deus é tão grande, tão maravilhoso que nos aceita mesmo com essa natureza, pois fomos reconciliados com Ele através da morte e ressurreição de Cristo e nosso Deus sabe que só seremos livres dessa natureza no dia em que nos encontrarmos com seu Filho amado nos ares pra vivermos em gozo, louvor e alegria eterna.


   Assim devemos entender, algo até que é muito difícil de entendermos e mais ainda aceitarmos, que essas "fraquezas" também glorificam ao nosso Deus da seguinte forma, sempre que tornamos a pecar, ou tentamos superar nossas falhas, ou corrigir falhas em nosso cárater ou comportamento percebemos como somos pequenos, como precisamos da intervenção da obra permanente do Espírito Santo de Deus em nossas vidas e assim percebemos que precisamos estar constantemente aos pés de Deus, nos consagrando pra sermos fortalecidos em Deus para vencermos as tentações que nos chegam devido a nossa natureza caída.


  Sendo assim não devemos nos orgulhar de nossa caída, mas também não devemos entrar em crise de identidade e espiritual por tentarmos não cometer as mesmas falhas, visto que não temos condições próprias de vencermos nossas falhas e temos respaldo bíblico para nos apoiarmos para que não venhamos a entrar em depressão por essa luta que enfrentamos em nós mesmos, pois o próprio apóstolo Paulo diz que "o bem que quero fazer esse não faço, mas o mal que não queria fazer quando vejo já o fiz".


Devemos ficar com a palavra de Deus que nos diz que não devemos pecar, mas que caso cometamos pecado temos um advogado chamado Jesus Cristo pra nos livrar de toda a condenação.


Espero que possa ter contrinuído para a reflexão pessoal de cada um que venha a ler essa postagem. Sei que não foi uma das melhores, mas é um reflexão que sei que algumas pessoas precisam fazer todos os dias. Algumas pessoas porque acreditam serem usadas por Deus por mérito próprio e outros por viverem se martirizando por falharem e até chegam  a acreditar que não são salvos verdadeiramente por causa de suas falhas, esquecendo que fomos salvos pela obra redentora de Cristo e não por nossas obras.


Fiquem na paz de Deus.


Ainoan Rocha

Recife, 05/07/2010 às 14h16

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Conquistas mal conquistadas



No mundo em que vivemos as conquistas são medidas pelo sucesso, pelas riquezas e poder. Na escola da vida aprendemos que devemos “ganhar e não perder”, que devemos tirar vantagem, dá um jeitinho e até pisar nos outros para que possamos ser bem sucedidos.


A busca pelo sucesso, dinheiro e poder nasce do desejo de “não sofrer”, de “estar seguro”, mas na escola de Deus é diferente. O rei Salomão, autor do livro de Eclesiastes, foi o homem mais bem sucedido, rico e poderoso que qualquer outro ser humano, pois ele seguia a orientação de Deus em tudo.


Seu reino foi próspero e sua fama correu o mundo todo, mas quando se envolveu com reis pagãos e seu coração se desviou por causa das mulheres ele fracassou espiritualmente. Continuou a ter sucesso, riquezas e poder, mas sem Deus suas conquistas se tornaram vazias.


Eclesiastes 4: 4-16 fala sobre estas 3 conquistas “debaixo do sol” e nos adverte que debaixo do sol não há nenhum proveito, por isso devemos olhar “acima do sol”. Nenhum sucesso, nem todo o dinheiro podem preencher o vazio que o homem sente sem Deus.


Salomão nos ensina que nenhuma conquista compensa o fracasso espiritual!



Conquistas terrenas “debaixo do sol”


Um sábio homem disse um dia: “As pessoas mais frustradas do mundo são as que querem tudo e não tem nada, e aquelas que querem tudo e conseguem tudo”. A vida sem Deus é insignificante e incerta e suas conquistas são vazias.


· O trabalho que não serve (Eclesiastes 4:4-6)


O trabalho sem Deus é como carregar um fardo inútil, pois quem trabalha, acorda cedo e dorme tarde, trabalha para ter, sendo que deste mundo nada se pode levar (Timóteo 6:6-8)


· As riquezas que não tem valor (Eclesiastes 4:7-12)


As riquezas sem Deus não compram a felicidade e o contentamento, pois quanto mais se tem mais se deseja ter. E quanto mais nós acumulamos maior o vazio que sentimos (Mateus 6: 20)


· O poder que não protege (Eclesiastes 4: 13-16)


O poder sem Deus é uma vantagem temporária, uma conquista vazia, pois quanto mais poder mais inimigos se tem. O poder não garante a paz e a segurança, pois acima de todo homem explorador há outro que o explora também. (Marcos 8: 36)


Conquistas eternas “acima do sol”



· O contentamento é mais importante que o sucesso


A nossa não é ser abençoado, é ser fiel. Aquele que vive “debaixo do sol” sempre quer mais do lhe é dado, por isso vive para trabalhar, mas viver “acima do sol” significa trabalhar para viver, buscar a Deus em primeiro lugar e então “estas cousas vos serão acrescentadas” (Mateus6: 33). Quando temos contentamento (gratidão por aquilo que o Senhor nos deu), toda perda se transforma em ganho e toda fraqueza, em possibilidade de fé.


· A comunhão é mais importante do que as riquezas


Eclesiastes 4: 9-12 nos ensina que calor, consolo, segurança e proteção são frutos da comunhão. Aquele que vive “debaixo do sol” vive para competir, para “ter mais” do que os outros, mas estas riquezas não enriquecem de verdade, apenas trazem solidão e insatisfação. Quando se está “acima do sol” não significa que não podemos ter coisas, mas significa que as coisas não nos possuem. Quando se vive “acima do sol” se tem para cooperar e não para competir.


· A integridade é mais importante do que o poder


Aquele que vive “debaixo do sol” vive preocupado com sua imagem e reputação, mas quem teme ao Senhor vive “acima do sol”, vive o que é verdadeiro, real e eterno. Quem vive “acima do sol” teme ao Senhor para não temer mais a nada e a ninguém.


Deus tem valores diferentes para medir o sucesso de uma pessoa. Ele nos mede não pelo que realizamos, mas pelo que desejamos. Não nos julga pelo que temos nas mãos, mas pelo que temos no coração. Muitos que são considerados os primeiros pelos homens, na realidade são os últimos são, na verdade os primeiros pelos padrões divinos (Mateus 20: 16).


No final da sua vida Salomão se recuperou e nos deixou um conselho: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dia, e cheguem os anos dos quais dirás: não tenho neles prazer.” (Eclesiastes 12: 1)


O tédio provocado pela rotina da vida não pode satisfazer o coração do homem. Acreditar que a chave da felicidade é o sucesso, as riquezas ou o poder, pode nos levar a pagar um preço muito alto. Cedo ou tarde percebemos que a vida não se resume a conquistar coisas, mas a alcançar valores que permanecem eternamente.


· A diferença entre obedecer e não obedecer é apenas uma decisão. NENHUMA CONQUISTA COMPENSA O FRACASSO ESPIRITUAL.


Para pensar:


Conta-se a história sobre um homem que tentou, com grande esforço físico, adquirir extensa área de terra por preço baixo. Não conseguiu cumpri as condições estipuladas pelo vendedor, chegando a morrer antes de conseguir adquirir a extensão do terreno que desejara.


Um amigo o sepultou num pequeno pedaço de dois metros de terra.


Tolstoi chega a seguinte conclusão: “Quanta terra um homem realmente precisa?” E a resposta é: dois metros.


· Quanto nós precisamos para ficar felizes e realizados?


Se você não é feliz com o eu Deus lhe deu até hoje, então você nunca será feliz com tudo o que conseguir ter.


O segredo do contentamento é a gratidão. Quanto nós precisamos para ser felizes e realizados? Dentro do plano de Deus seremos felizes com aquilo que temos hoje e com o que Ele nos dará amanhã!


( Estudos no livro de Eclesiastes – Luiz Alberto Dias Arguiello)

Recife, 01 /07/ 2010 Moisés Silva