Gosto de refletir o primeiro trecho destacado sobre a expressão santificado seja o teu nome, pois na bíblia na linguagem de hoje esse trecho é traduzido como "que todos reconheçam que o teu nome é santo".
Nosso objetivo:falar a palavra de Deus. O objetivo central do blog não é trazer alguma revelação das sagradas escrituras,porque quem quiser ter revelações só precisa abrir a bíblia e lê-la.Nosso objetivo:discorrer sobre trechos das sagradas escrituras,sem presunção de determos a total compreensão dos assuntos,pois nunca ser humano algum poderá deter todo conhecimento sobre um determinado assunto principalmente se esse assunto refere-se a palavra de Deus e a sua vontade.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Nós e a oração do Pai nosso primeiras reflexões
Gosto de refletir o primeiro trecho destacado sobre a expressão santificado seja o teu nome, pois na bíblia na linguagem de hoje esse trecho é traduzido como "que todos reconheçam que o teu nome é santo".
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Uma pequena reflexão – parte 1
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terça-feira, 20 de julho de 2010
Decepção comigo e com todos que fazem o que já fiz!!!!!!
segunda-feira, 19 de julho de 2010
O DESÍGUINIO E EFEITO DAS AFLIÇÕES

"Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso de glória, acima de toda comparação, não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas." (2 Coríntios 4:17-18.)
Paulo sofreu muito por causa do evangelho, mas, quando refletia sobre seus problemas à luz da perspectiva da eternidade, ele os enxergava como leves e momentâneos. Ao comparar o peso desses sofrimentos com a eterna glória, eles se tornavam insignificantes.
Embora as aflições possam causar o desgaste do exterior da pessoa, o Espírito, que dá vida, renova seu interior dia após dia, em preparação para a glória do porvir. Paulo incentivou os coríntios a mudarem seu enfoque do peso das circunstâncias temporárias e externas para o peso interno e eterno da glória, herança daqueles que crêem.
(Bíblia da Mulher)
Deus tem um propósito por trás de cada adversidade.
Ele usa as circunstâncias para desenvolver nosso caráter. Na verdade, ele se utiliza mais das circunstâncias para nos tornar semelhantes a Jesus que de nossa leitura bíblica. A razão é óbvia: você se defronta com as circunstâncias da vida nas 24 horas do dia. Jesus alertou-nos de que teríamos aflições no mundo (João 16:33). Ninguém está imune à dor ou livre de sofrer e ninguém tem a oportunidade de atravessar a vida sem problemas. A vida é uma série de problemas. Toda vez que se resolve um, já existe outro aguardando a vez. Pedro nos assegura de que problemas são normais: “Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo” (1 Pedro 4:12).
Deus utiliza os problemas para que você se aproxime dele. A bíblia diz: “Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado e salva os de espírito oprimido” (Salmos 34:18). No sofrimento, aprendemos coisas a respeito de Deus que não podemos aprender de nenhuma outra forma. Deus poderia ter livrado José da prisão (Gênesis 39:20-23) e Daniel da cova dos leões (Daniel 6:16-24), poupado Jeremias de ser lançado no poço de lama (Jeremias 38:6), impedido os três naufrágios de Paulo (2 Coríntios 11:25) e evitado que os três jovens hebreus fossem jogados na fornalha em chamas (Daniel 3:1-27), mais não o fez. Permitiu que esses problemas acontecessem, e, em decorrência deles, cada um desses homens foi trazido para mais perto de Deus. Os problemas obrigam-nos a olhar para Deus e a depender dele, em vez de confiar em nós mesmos.
(Dr. Rick Warren)
domingo, 18 de julho de 2010
Religiosidade Incoerente

- Nós ficamos horas ouvindo uma palestra em nossos empregos, e porque não conseguimos ficar concentrados durante o culto?
- Ficamos horas na frente da TV ser ir ao banheiro, e porque durante o culto levantamos e saímos como se não aguentássemos mais nem um minuto?
Precisamos estar atentos à voz do Senhor (Eclesiastes 5:1b)
Nesse versículo Salomão diz que ouvir é melhor do que sacrificar! Mas quantas vezes vamos ao culto e prestamos atenção somente na nossa atuação (ministrando ou tocando na equipe de louvor, apresentando uma peça teatral, dentre outras coisas) e, na hora da mensagem não prestamos a mínima atenção! Isso é o "sacrifício de tolo" mencionado neste versículo. Será que para Deus valei tal participação no culto?
Jovens participar do culto é algo muito sério!
Culto não é "point cristão", ou onde vamos apenas com o intuito de ter relacionamentos com outras pessoas, visando arrumar um(a) namorado(a), não é hora e nem lugar de ficar trocando bilhetinhos uns com os outros! Culto é o lugar onde adoramos a Deus e Ele fala conosco!
Devemos pensar muito bem naquiilo que falamos ao Snehor (Eclesiastes 5:2)
Daremos duas ênfases neste tópico uma sobre o que cantamos ao Senhor e outra sobre os votos que fazemos a Deus.
- Com relação ao que cantamos: Já ouvi um comentário de alguém que a hora em que os crentes mais mentem é na hora em que estão cantando! Veja almas letra que cantamos:
"Tudo, ó Cristo, a ti entrego..."
"Quero ser um vaso de benção..."
"Quero ir, orar e contribuir..."
Não sei se você já ouviu alguma destas canções que cantamos nos cultos, mas certamente se lembra de alguns votos que fazemos ao Senhor quando estmoa cantando. nós devemos estar muit atentos ao que cantamos, e parafraseando o que diz o verso 5 "melhor é que não cantes do que cantar e não cumprir!"
Baseando-nos nas canções mencionadas, veja que erros podemos comenter:
- "Tudo, ó Cristo, a ti entrego..." Mas não abro mão de algumas coisas para servir melhor ao Senhor!
- "Quero ser um vaso de benção..." Mas faço fofoca dos irmãos!
- "Quero ir, orar e contribuir..." Mas não evangelizo, não oro pelos missionários e não oferto para missões!
Veja o que disse Salomão: " Não te precipites com tua boca, nem o teu coração de apresse a promuniciar palavra alguma dianre de Deus..." (Eclesiastes 5:2)
Agora veja as palavras de Paulo: "Que farei, pois? orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espíritoc, mas também cantarei com a mente." (1 Conríntios 14:15)
Quando vocês está cantando no culto, presta atenção na letra das músicas que canta ou apenas canta da boca pra fora???
Com relação aos votos que fazemos todo fim de ano:
Sempre que termina o ano, as pessoas costumam fazer vários planos para o ano que se inicia. todas procuram ter um "ano novo" melhor do que foi o anterior. Nós os crentes em Jesus além destes costumamos fazer alguns outros planos (dentro da área do nosso relacionamento com deus), por exemplo:
- "Neste anos vou ler toda a bíblia"
- "Neste ano vou ser um crente dedicado na igreja"
- " Neste ano vou ser fiel no meu dízimo"
Não quero dizer que isso é errado! De forma alguma! O que preocupa são votos não cumpridos no final do ano. Neste caso, o que ocorre muitas vezes é que entra ano e sai ano e continuamos a quebrar nossos votos para com o Senhor como se isso não tivesse a mínima importância.
Tenha muito cuidado quando movido pela emoção fizer um voto a Deus. Veja bem se pode cumpí-lo, pois Eclesiastes 5:4 nos ensina que tal procedimento é tolice. Não devemos nos apressar a falar ou fazer algum voto a Deus.
Como diz o ditado popular: " A pressa é inimiga da pefeição!"
Temos que aprender a controlar ossa língua. (Eclesiastes 5:3)
Tiago fala muito sobre este tema em sua carta, se você leu os textos devocionais pôde percer isso (Tiago 1:19 ao2 7/ 3;1 ao 5 - 6 ao 12), mas não ´e somente Tiago. Já reparou como a Bíblia fala muito sobr o controle que devemos ter sobre o que falamos?
Isso porque é como nossos lábios que colocamos para fora tudo o que temos no nosso coração. Foi Jesus quem disse "..porque a boca fala do que está cheio o coração." (Mateus 12:34). E veja o seu alerta no verso 37 "Porque pelas tuas palavras serás justificado e pelas tuas palavras serás condenados."
Como você tem usado sua língua? Somente para coisas boas ou tem saído palavras vâs de sua boca?
Devemos viver coerentemente com o que falamos ou cantamos para Deus, pois Ele quer de nós uma adoração racional. Ele não quer de nós um culto "robotizado", mas também não quer um culto levianos. É essa a ênfase em romanos 12:01, o culto racional!
Deus nos criou com espírito, mas também com intelecto e vontade - "os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores." (João 4:23).
Enfiim, será que nossa vida "religiosa" tem sido coerente com o título que ostentamos de "cristãos"?
Você tem sido coerente? Procure saber o que Deus pensa sobre sua vida e a adoração a ele perstada, e "teme a "Deus." (verso7)
Estudos no livro de Eclesiastes ( Franck neuwirth)
Postado por Moisés Silva, Recife 18 de Juhlo de 2010 10h17min
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Nossas fraquezas X Deus
Venho refletindo sobre algumas coisas em minha vida e uma delas é sobre nossas fraquezas, sobre como ou porque Deus sempre usa pessoas que são fracas e falhas.
Hoje, 30/04/2010, no caminho para o trabalho vinha lendo o capítulo 35, do livro "Uma vida com propósitos" de Rick Warren, que tem por título "O poder de Deus na fraqueza" e tive uma surpresa não com o conteúdo, mas com a confirmação que tive a respeito desse tema que já vinha sendo proposto em meu coração há algum tempo (afinal comecei lendo esse livro que é programado pra ser lido em 40 dias desde o final de dezembro/2009 e ainda não terminei!!!!).
Há muito tempo em minha vida venho tentando entender - perceba venho tentando, pois sei que nunca entenderei por completo - como/ porque/ a razão de Deus sempre usar a cada um de nós mesmo sendo tão falhos. E também um outro ponto que venho procurando entender porque mesmo depois de aceitarmos Jesus como nosso único e suficiente salvador e sermos transformados em nova criatura continuamos a comenter tantas falhas.
Algumas pessoas podem dizer ao meu primeiro ponto que é porque Deus é benigngo, logânimo, etc... E ao segundo ponto de minha reflexão que é porque mesmo tendo nascido de novo permanecemos na carne. Ambos argumentos estão corretos, mas vamos conversar/ pensar um pouco sobre isso.
Nesse livro que citei fala de personagens conhecidos como Móises, Abraão e etc a esses gostaria de acrescentar um que já citei/ tratei em outra postagem, intitulada "acepção de pessoas", que é o Jefté.
Ícones como esses homens que encontramos o relato de sua história na bíblia nos fazem refletir sobre esses dois pontos de minha reflexão pessoal que compartilho com vocês.
Com o passar do tempo com as experiências pessoais que venho tendo juntamente com a reflexão sobre a palavra de Deus tenho entendido que Deus nos usa mesmo com tantas falhas que temos primeiramente porque Ele é misericordioso e também porque fomos criados pra sermos instrumentos de louvor ao nosso Deus. E a maneira que temos de glorificá-lo/ louvá-lo é sendo usados por Ele para seus própositos.
Então devemos ter em mente que em momento algum de nossa vida seremos usados por Deus por sermos "bonzinhos" pois infelizmente a natureza caída do homem habita está em nós e também porque se fosse assim a glória e o louvor que são destinados a Deus seriam divididos com o homem.
E com relação ao fato de mesmo depois de salvos permanecermos pecando pude entender - até o momento - é que mesmo depois que aceitamos e confessamos a Jesus Cristo como nosso único e suficente salvador a natureza pecaminosa ainda encontra-se em nós. A obra da salvação está consumada, nossos pecados já estão perdoados, mas não é extraída de nós essa natureza caída.
Contudo Deus é tão grande, tão maravilhoso que nos aceita mesmo com essa natureza, pois fomos reconciliados com Ele através da morte e ressurreição de Cristo e nosso Deus sabe que só seremos livres dessa natureza no dia em que nos encontrarmos com seu Filho amado nos ares pra vivermos em gozo, louvor e alegria eterna.
Assim devemos entender, algo até que é muito difícil de entendermos e mais ainda aceitarmos, que essas "fraquezas" também glorificam ao nosso Deus da seguinte forma, sempre que tornamos a pecar, ou tentamos superar nossas falhas, ou corrigir falhas em nosso cárater ou comportamento percebemos como somos pequenos, como precisamos da intervenção da obra permanente do Espírito Santo de Deus em nossas vidas e assim percebemos que precisamos estar constantemente aos pés de Deus, nos consagrando pra sermos fortalecidos em Deus para vencermos as tentações que nos chegam devido a nossa natureza caída.
Sendo assim não devemos nos orgulhar de nossa caída, mas também não devemos entrar em crise de identidade e espiritual por tentarmos não cometer as mesmas falhas, visto que não temos condições próprias de vencermos nossas falhas e temos respaldo bíblico para nos apoiarmos para que não venhamos a entrar em depressão por essa luta que enfrentamos em nós mesmos, pois o próprio apóstolo Paulo diz que "o bem que quero fazer esse não faço, mas o mal que não queria fazer quando vejo já o fiz".
Devemos ficar com a palavra de Deus que nos diz que não devemos pecar, mas que caso cometamos pecado temos um advogado chamado Jesus Cristo pra nos livrar de toda a condenação.
Espero que possa ter contrinuído para a reflexão pessoal de cada um que venha a ler essa postagem. Sei que não foi uma das melhores, mas é um reflexão que sei que algumas pessoas precisam fazer todos os dias. Algumas pessoas porque acreditam serem usadas por Deus por mérito próprio e outros por viverem se martirizando por falharem e até chegam a acreditar que não são salvos verdadeiramente por causa de suas falhas, esquecendo que fomos salvos pela obra redentora de Cristo e não por nossas obras.
Fiquem na paz de Deus.
Ainoan Rocha
Recife, 05/07/2010 às 14h16
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Conquistas mal conquistadas

No mundo em que vivemos as conquistas são medidas pelo sucesso, pelas riquezas e poder. Na escola da vida aprendemos que devemos “ganhar e não perder”, que devemos tirar vantagem, dá um jeitinho e até pisar nos outros para que possamos ser bem sucedidos.
A busca pelo sucesso, dinheiro e poder nasce do desejo de “não sofrer”, de “estar seguro”, mas na escola de Deus é diferente. O rei Salomão, autor do livro de Eclesiastes, foi o homem mais bem sucedido, rico e poderoso que qualquer outro ser humano, pois ele seguia a orientação de Deus em tudo.
Seu reino foi próspero e sua fama correu o mundo todo, mas quando se envolveu com reis pagãos e seu coração se desviou por causa das mulheres ele fracassou espiritualmente. Continuou a ter sucesso, riquezas e poder, mas sem Deus suas conquistas se tornaram vazias.
Eclesiastes 4: 4-16 fala sobre estas 3 conquistas “debaixo do sol” e nos adverte que debaixo do sol não há nenhum proveito, por isso devemos olhar “acima do sol”. Nenhum sucesso, nem todo o dinheiro podem preencher o vazio que o homem sente sem Deus.
Salomão nos ensina que nenhuma conquista compensa o fracasso espiritual!
Conquistas terrenas “debaixo do sol”
Um sábio homem disse um dia: “As pessoas mais frustradas do mundo são as que querem tudo e não tem nada, e aquelas que querem tudo e conseguem tudo”. A vida sem Deus é insignificante e incerta e suas conquistas são vazias.
· O trabalho que não serve (Eclesiastes 4:4-6)
O trabalho sem Deus é como carregar um fardo inútil, pois quem trabalha, acorda cedo e dorme tarde, trabalha para ter, sendo que deste mundo nada se pode levar (Timóteo 6:6-8)
· As riquezas que não tem valor (Eclesiastes 4:7-12)
As riquezas sem Deus não compram a felicidade e o contentamento, pois quanto mais se tem mais se deseja ter. E quanto mais nós acumulamos maior o vazio que sentimos (Mateus 6: 20)
· O poder que não protege (Eclesiastes 4: 13-16)
O poder sem Deus é uma vantagem temporária, uma conquista vazia, pois quanto mais poder mais inimigos se tem. O poder não garante a paz e a segurança, pois acima de todo homem explorador há outro que o explora também. (Marcos 8: 36)
Conquistas eternas “acima do sol”
· O contentamento é mais importante que o sucesso
A nossa não é ser abençoado, é ser fiel. Aquele que vive “debaixo do sol” sempre quer mais do lhe é dado, por isso vive para trabalhar, mas viver “acima do sol” significa trabalhar para viver, buscar a Deus em primeiro lugar e então “estas cousas vos serão acrescentadas” (Mateus6: 33). Quando temos contentamento (gratidão por aquilo que o Senhor nos deu), toda perda se transforma em ganho e toda fraqueza, em possibilidade de fé.
· A comunhão é mais importante do que as riquezas
Eclesiastes 4: 9-12 nos ensina que calor, consolo, segurança e proteção são frutos da comunhão. Aquele que vive “debaixo do sol” vive para competir, para “ter mais” do que os outros, mas estas riquezas não enriquecem de verdade, apenas trazem solidão e insatisfação. Quando se está “acima do sol” não significa que não podemos ter coisas, mas significa que as coisas não nos possuem. Quando se vive “acima do sol” se tem para cooperar e não para competir.
· A integridade é mais importante do que o poder
Aquele que vive “debaixo do sol” vive preocupado com sua imagem e reputação, mas quem teme ao Senhor vive “acima do sol”, vive o que é verdadeiro, real e eterno. Quem vive “acima do sol” teme ao Senhor para não temer mais a nada e a ninguém.
Deus tem valores diferentes para medir o sucesso de uma pessoa. Ele nos mede não pelo que realizamos, mas pelo que desejamos. Não nos julga pelo que temos nas mãos, mas pelo que temos no coração. Muitos que são considerados os primeiros pelos homens, na realidade são os últimos são, na verdade os primeiros pelos padrões divinos (Mateus 20: 16).
No final da sua vida Salomão se recuperou e nos deixou um conselho: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dia, e cheguem os anos dos quais dirás: não tenho neles prazer.” (Eclesiastes 12: 1)
O tédio provocado pela rotina da vida não pode satisfazer o coração do homem. Acreditar que a chave da felicidade é o sucesso, as riquezas ou o poder, pode nos levar a pagar um preço muito alto. Cedo ou tarde percebemos que a vida não se resume a conquistar coisas, mas a alcançar valores que permanecem eternamente.
· A diferença entre obedecer e não obedecer é apenas uma decisão. NENHUMA CONQUISTA COMPENSA O FRACASSO ESPIRITUAL.
Para pensar:
Conta-se a história sobre um homem que tentou, com grande esforço físico, adquirir extensa área de terra por preço baixo. Não conseguiu cumpri as condições estipuladas pelo vendedor, chegando a morrer antes de conseguir adquirir a extensão do terreno que desejara.
Um amigo o sepultou num pequeno pedaço de dois metros de terra.
Tolstoi chega a seguinte conclusão: “Quanta terra um homem realmente precisa?” E a resposta é: dois metros.
· Quanto nós precisamos para ficar felizes e realizados?
Se você não é feliz com o eu Deus lhe deu até hoje, então você nunca será feliz com tudo o que conseguir ter.
O segredo do contentamento é a gratidão. Quanto nós precisamos para ser felizes e realizados? Dentro do plano de Deus seremos felizes com aquilo que temos hoje e com o que Ele nos dará amanhã!
( Estudos no livro de Eclesiastes – Luiz Alberto Dias Arguiello)
Recife, 01 /07/ 2010 Moisés Silva

