domingo, 26 de dezembro de 2010

Reduzindo Deus


Nesta quinta parte uma breve reflexão, te convido a juntos meditarmos um pouco sobre um aspecto que em muito tem afetyado o evangelicismo atual e por vezes se quer percebemos e talvez essa seja a razão por tamanho incômodo de minha parte.
O conhecimento de Deus é algo extraordinário e maravilhoso . Quando lemos a bíblia temos uma noção do quão maravilhoso e infinito é Deus. Ficamos, muitas vezes, pasmos com a grandeza do Deus que a bíblia nos mostra. Temos uma bíblia com exatos 66 livros diferentes e Deus está presente em cada um de formas diferentes.
Essa soberania de Deus desde sempre foi atacada pelas nossas mentes caídas e pecaminosas. Quando lemos a bíblia e adquirimos certo conhecimento dela acabamos cedendo a tentação de querer mensurar a Deus, e com isso, de certa forma acabamos ferindo a soberania de Deus.
Não estou dizendo que o que sabemos não seja importante ou irrelevante, estou dizendo que apesar de sabermos "muito" sobre Deus e sua palavra, nunca conseguiremos explicá-lo por completo, como se fosse uma obra acabada.
Nesta tentativa de reduzir Deus temos desencadeado uma série de mudanças trágicas no evangelicismo atual, com essa sociedade secularizada tendemos a querer explicar tudo como se o próprio Deus estivesse por traz dessas explicações.
Estamos reduzindo Deus a explicações lógicas. Em muitas igrejas Deus é reduzido a um manual de preceitos morais, a regras de conduta, onde a pessoa deve viver numa bolha, isolado do mundo exterior para não se contaminar com ele.
Deus está sendo reduzido ao que se pode ver, tocar, sentir. Quando fazemos ou temos este tipo de pensamentos reducionistas, nossa vida passa a ser tediosa, sem sentido, chata, pois começamos a perder o interesse por um Deus que é medido porm mim, tocado e contado em númeors. O pensamento reducionista está inclusive nos pulpitos das igrejas travestidos de explicações intelectualizadas, em ensinamentos que fomentam o prazer pessoal, o bem estar individual, ou seja, esse pensamento nos torna egoístas, pois patenteamos Deus em explicações falidas à pessoas detrossadas pela tragédia ou perda de entes queridos.
Quando escrevi sobre o problema da decepção com Deus sabia que em muito a decepção ocorre devido ao pensamento reducionista sobre Deus. De certo modo, quando minha expectativa é frustrada é o resultado de ter reduzido Deus àquela expectativa e como Ele não fez acontecer o que eu queria me decepcionei.
Estivemos em época de eleição e vimos alguns candidatos ou partidos reduzindo Deus a idéias puramente humanas, que em nada vislumbram a eternidade.
Lutamos com unhas e dentes por aquilo que vemos e por aquilo que queremos, e o ativismo começa a ser explicação da não busca a Deus. deixamos de orar por falta de tempo, não lemos mais a palavra porque estamos cansadaos demais do dia de trabalho stressante. A chamada vida de devoção está comprometida. reduzimos Deus ao palpável e com um Deus reduzido eu posso apresentar minhas explicações, pois já que Ele é mensurável minha explicação basta.

O problema do pensamento contemporâneo é o que ele pensa que a única forma de reduzir deus é deixando de ir a igreja, ou mesmo vivendo de conformidade com o mundo, e esquece-se que a igreja está abarrotada de reducionistas de Deus.

Mas, o que quero dizer com tudo isso?

Parece que falei muitas coias que em nada tem haver com reduzir Deus, mas só parece, essa é a sutileza do pensamento moderno. Deus está sendo reduzido as minhas explicações, ao meu conhecimento, ao meu saber, a minha longa experiência com Deus me efz capaz de contá-lo nos dedos.

Porque buscar o espiritual nãz faz tanto sentido hoje em dia? Aquilo que não vemos é o mais importante e ainda assim nossa prioridae é o visível, é o palpável.
Deus é infinito, inexplicável, incontável, soberano e nunca conseguiremos explicá-lo satisfatoriamente.

Tenhamos cuidado, pois estamos rodeados de pensamentos reducionistas e nossa tendência é abarçá-los como verdade absoluta acimda de tudo. Ao longo da história a imagem da igreja nunca foi tão ridicularizada como hoje em dia, entendo que isso não é apenas resultado do mundo com o diabo atuandonele; entendo que a igreja tem culpas sim e uma delas é exatamente reduzir Deus a tudo o que vejo, o ganhar a vida usando a fé.
Oremos para que Deus tenha misericórdia de nós e que nós voltemos a atenção a palavra,a bíblia, pois nela encontraremos o Deus infinito que tanto reduzimos diariamente.

Paz de Cristo a todos.

domingo, 28 de novembro de 2010

UMA MULHER PEGA EM PECADO


É manhã...
Um galo faz recital matutino.
Um cachorro late, dando boas-vindas ao dia.
E um jovem carpinteiro fala no pátio.
JESUS ESTÁ SENTADO, envolvido por uma roda de ouvintes. Alguns concordam, acenando com a cabeça, e abrem o coração em obediência. Eles aceitaram o mestre como seu mestre e estão aprendendo a aceitá-lo como seu Senhor.
Não sabemos qual era o assunto daquela manhã. Oração, talvez. Ou quem sabe bondade ou ansiedade. Fosse qual fosse o assunto, ele foi logo interrompido quando algumas pessoas entraram correndo no pátio.
Determinadas, elas irromperam de uma rua estreita e correram até Jesus. Os ouvintes tiveram dificuldades para sair do caminho delas. A multidão é composta por líderes religiosos, presbíteros e diáconos da época. Homens respeitados e importantes. Lutando para manter o equilíbrio em meio àquela onda de ira está uma mulher vestida com roupas impróprias.
Havia pouco, ela estivera na cama com um homem, que não o marido. Era assim que ela ganhava a vida? Talvez sim. Talvez não. Talvez o marido já não estivesse por ali, o coração dela poderia estar partido, o toque do estranho foi terno e, antes que pudesse perceber, acontecera. Não sabemos.
Mas o que de fato sabemos é que uma porta foi aberta abruptamente e ela foi arrancada de uma cama. Ela mal teve tempo de cobrir o corpo antes de ser arrastada para a rua por dois homens da idade de seu pai. Que pensamentos passaram por sua mente enquanto tentava se levantar?...
Com postura de santidade, a multidão avança na direção do mestre. Jogam a mulher em sua direção. Ela praticamente cai. “Mestre, esta mulher foi surpreendida em ato de adultério. Na Lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres. E o senhor, que diz?”
Atrevidos, ainda que por conta de coragem alheia, sorriem maliciosamente como se vissem o rato indo atrás do queijo.
A mulher busca as faces, ansiosa por encontrar um olhar compassivo. Não encontra nenhum. Em vez disso, vê apenas acusação. Olhares indiretos. Lábios apertados. Dentes rangendo. Olhares que condenam sem ver.
Corações frios empedernidos que condenam sem sentimento.
Olha para baixo e vê as pedras nas mãos da turba – pedras da retidão, cujo propósito é tirar-lhe a luxúria a pedradas. Os homens apertam as pedras com tanta força que as pontas de seus dedos ficam brancas. Eles apertam as pedras como se fossem a garganta daquele pregador que tano odeiam...
Fico pensando: será que ele se cansou de ver corações manchados e rejeitados?
Jesus viu um coração assim ao olhar para a mulher. Os pés dela estavam descalços e enlameados. Os braços cobriam-lhe o peito, e as mãos se apertavam logo abaixo do queixo. E seu coração, bem, seu coração estava em farrapos, rasgado tanto pela própria culpa como pela ira da turba.
Diante disso, com a ternura que somente um pai pode ter, ele resolve desatar os nós e consertar os buracos.
Começa distraindo a multidão. Ele desenha no chão. Todos olham para baixo. A mulher sente alívio assim que os olhares dos homens se afastam dela. Os acusadores são persistentes. “Diga-nos, mestre! O que o senhor quer que façamos com ela?”
Ele poderia ter perguntado por que eles não haviam trazido o homem. A lei também o incriminava. Ele poderia ter perguntado por que, de uma hora para outra, eles estavam tirando a poeira de um velho mandamento que estava na prateleira havia séculos. Mas não o fez.
Ele simplesmente ergueu a cabeça e fez um convite: “Acho que, se vocês nunca cometeram um erro, então têm o direito de apedrejar essa mulher”. Voltou o olhar para baixo e começou a desenhar na terra outra vez.
Alguém limpou a garganta, como se fosse dizer algo, mas ninguém disse nada. Pés se mexeram. Olhares baixaram. Então ouviu-se um baque seco... mais um... outro. As pedras começaram a cair no chão.
E eles começaram a ir embora. A começar pela barba mais grisalha e terminando na mais escura, todos se viraram e partiram. Vieram como um, mas saíram um aum.
Jesus pediu à mulher que olhasse para cima. “Ninguém a condenou?” Ele sorri conforme ela levanta a cabeça.
Talvez esperasse ouvir uma repreensão da arte dele. Talvez achasse que ele também se afastaria dela. Não tenho certeza, mas sei de uma coisa: ela recebeu algo que não esperava. Recebeu uma promessa e uma ordem.
A promessa: “Eu também não a condeno” (Jo 8:11).
A ordem: “Agora vá e abandone sua vida de pecado”.
MAX LUCADO

Uma pequena reflexão parte 4 - Espiritualidade



Nesta quarta parte de uma breve reflexão quero te levar para juntos refletirmos um pouco sobre um tema que já foi exaustivamente estudado por muito, mas que parece se encontrar em crise na atualidade, como sempre digo, não tenho a pretensão de ter ou dar a última palavra quanto ao assunto, e também não se trata de uma nova revelação, quero apenas que reflitas comigo alguns aspectos do assunto que tem por nome ESPIRITUALIDADE.
Chamo de espiritualidade nosso interior, aquilo que me faz buscar a Deus, aquilo que tenho dentro de mim que me faz vislumbrar nuanças de um Deus que jamais minha consciência o compreenderá por completo. Chamo espiritualidade o nosso estado de espírito diante de Deus, aquele anseio ou repulsa de Deus.
Não há forma de separar nossa vivência material com a situação espiritual haja vista em dado momento uma ser resultado da outra e visse-versa. Quando falo que nossa espiritualidade está em crise, falo que em sua maior parte é o resultado direto de uma vida cristã em crise, ou na pior das hipóteses um cristianismo em crise advindo disso uma espiritualidade em crise, mas vamos por partes.
Não há possibilidade de haver uma espiritualidade sadia se a vivência cristã não se coaduna com o evangelho sadio.
Nossa espiritualidade tem sofrido uma série de ataques, estamos entrando em crise com nós mesmos devido a contaminação espiritual que o evangelismo está sofrendo, existe uma incompatibilidade daquilo que estamos vendo acontecer e do que de fato a bíblia fala.
Aos poucos estamos afastando nossa espiritualidade de Deus, e com isso não escapamos de uma terrível crise, sem perceber acabamos nos moldando aquilo que acaba nos contaminando.
Começamos nossa caminhada bem próximos de Deus e isso é maravilhoso, porém com o tempo nos acostumamos aos modismos que pregam um evangelho de interesses e absoluto bem estar. Daí consciente ou inconscientemente transferimos esses modismos para nossa espiritualidade. Transformando a nossa espiritualidade numa espiritualidade interesseira. Passamos a buscar de forma interesseira as bênçãos materiais e “espirituais” de um Deus diferente daquele do início de nossa fé, mas de um Deus que deve se submeter aos meus caprichos e interesses.
Assim sendo com uma espiritualidade interesseira não há como evitar que, aos poucos, ela vá se transformando numa espiritualidade egocêntrica, e isso ocorre de tal forma que eu não aceito mais um Deus que não responde minhas orações, nem falar comigo da forma que eu quero, e de forma automática nos vemos procurando pecados ou maldições em nós que justifique a não resposta de Deus aos nossos apelos interesseiros, como se o simples fato de pedir já fosse o suficiente para Deus fazer o que eu quero, ou seja, nessa espiritualidade Deus é o ator coadjuvante e eu sou o ator principal, na espiritualidade egocêntrica Deus se transforma num simples fantoche, ou seja minha espiritualidade adoeceu e eu se quer percebi.
Mas a tragédia dessa espiritualidade defeituosa não acaba por ai, ao se tornar interesseira e depois egocêntrica o próximo passo é ela se tornar agressiva, quando a espiritualidade se torna agressiva é quando estou mais perto de e revoltar com Deus.
Eu passo a culpá-lo por todas as minhas expectativas frustradas e isso é a maior prova de que minha espiritualidade se afastou do ponto de equilíbrio que a sustentará firme, Deus.
Espiritualidade egocêntrica é prova de que Deus deixou de ser seu centro e as coisas tomaram seu lugar.
Espiritualidade agressiva é prova de que Deus deixou de ser seu centro e o diabo tomou seu lugar.
E agora??? Tudo está perdido??? Minha resposta é NÃO. Nada está perdido desde que voltemos à fonte sadia de nossa espiritualidade que é Deus. Que jamais nos deixemos afastar daquele de quem nossa espiritualidade depende para permanecer sadia. Somente em Deus e em mais nada nossa espiritualidade deve ser baseada para estar firme, Firme para suportar os vendavais que querem sucumbir a espiritualidade sadia.
Oro para tenhamos sensibilidade suficiente para perceber quando a contaminação espiritual começar a adoecer nossa espiritualidade. Termino nossa breve reflexão com o desejo de que nunca percamos o alvo de toda base espiritual autêntica que é Deus.
Paz de Cristo.

domingo, 26 de setembro de 2010

Uma pequena reflexão parte 3


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“Estou decepcionado com Deus”!!!!!!!
Alguém certa vez disse: “Estou decepcionado com Deus.”
Quando ouvimos alguém falar isso nossa mente, com num estalo, visualiza essa pessoa ou perdendo alguém que ama, ou reagindo a uma oração não respondida, mas vamos analisar agora um pouco do problema da decepção com Deus.
Sei da dificuldade de escrever sobre tal tema; uma prova disso é o quase desconhecimento de materiais que tratem sobre esse assunto, mas apesar do pouco material que trate de forma bíblica o assunto decidi enfrentar o desafio de escrever. Não tenho a pretensão de fechar o assunto, nem de dar a palavra final, pois analisaremos apenas um aspecto da decepção com Deus.
Há uma diferença abismal de ver os acontecimentos da bíblia e o que vemos acontecer hoje. Quando lemos a bíblia nos deparamos com acontecimentos extraordinários, milagres, abertura do mar vermelho, curas instantâneas, ressurreição de mortos, transformação de água em vinho, transladação, carros de fogo, dons sobrenaturais do espírito e muitas, mas muitas coisas que nos enchem os olhos e hoje em dia as pregações estão carregadas desses acontecimentos. Hoje os pregadores tocam o público nas descrições dos extraordinários acontecimentos bíblicos, choramos só de imaginar milagres e poder. Sem falar dos cantores que enchem suas músicas desses acontecimentos e de uma forma poética e rítmica nos descrevem os milagres maravilhosos de Deus, as orações respondidas imediatamente, os homens que praticamente tocavam o céu com a mão. Tudo isso nos dá ainda mais gás para sermos e estarmos firmes em Cristo, mas em contrapartida não vemos mais isso acontecer na prática. É como se estivéssemos lendo um livro de contos de fadas, onde nos alegramos, mas sabemos que tudo aquilo não passa de ficção. Ai é onde começam a surgir as fagulhas que tendem a se tornar numa fogueira de decepção com Deus.
Em nossa mente vivemos perguntando: “Porque na bíblia Deus fez isso e hoje eu passo por esse problema e Ele não faz algo a respeito?” “ Porque o pregador me encheu de fé ontem e hoje a realidade sucumbiu minha fé?”
Eu diria que nosso cristianismo nos prepara para nos decepcionarmos com Deus. Lembra das coisas que citei acima? Pois é! Nada ouvimos falar de decepção com Deus, e como nos prepararemos para o inverno se o que só ouvimos é triunfalismo e triunfalismo?
Nossas expectativas são frustradas porque não aprendemos que Deus não é uma marionete das nossas orações. Não aprendemos que quando Jesus orou dizendo “Seja feita a tua vontade” Ele estava disposto mesmo a fazer a vontade do Pai, mesmo que fosse levá-lo a morte. Não aprendemos que o problema está em nós e não em Deus. Ai fica difícil suportar uma decepção com Deus e continuar seguindo. Eis a razão de muitos saírem do evangelho frustrados e revoltados, pois quando aceitaram aprenderam que agora tudo ia ser de bom pra melhor, e quando tudo começa air de mal a pior não suportam e acabam abandonando a fé que um dia abraçaram com tanta expectativa.
Mas não estou falando apenas de orações não respondidas, estou falando de nós, sim de nós mesmos. Lembra de Saulo no caminho de Damasco? Lembra das palavras de a ele? Vou te lembrar. Deus disse? “ Saulo, Saulo porque me persegues?”, mas Saulo perseguia a Cristo? Não ele perseguia os seguidores de Cristo, logo quem persegue aos seguidores mo mestre, persegue o próprio mestre.
Lembra da pergunta dos discípulos “mas Senhor quando foi que nós te demos de comer e de beber?” e Jesus responde/; “ Quando fizeste a um desses pequeninos a mim me fizeste.” Pois bem, somos representantes legítimos de Cristo aqui na terra e isso implica responsabilidades.
Mas este é mais um agravante. Olhamos certas pessoas como pastores, líderes e até mesmo amigos íntimos e transferimos uma confiança que nos deixa vulneráveis. Quando essa pessoa frustra nossas expectativas mos decepcionamos com ela, mas também com Deus que se fez matéria nela. E até dizemos “porque Deus deixou isso acontecer?” “porque o pastor fulano fez isso comigo se ele é representante de Deus?”
Estamos acostumados a ouvir e assistir pregadores falar de vitórias e bençãos e ficamos mal acostumados como um viciado em receber bênçãos e só benção.
Quero te fazer algumas perguntas e não tenho o intuito de te entristecer, mas de te levar a refletir.
O que foi o jovem Estevão recebeu sendo fiel?
E o João Batista?
E Jesus?
E tantos outros? E os mártires do Coliseu? E na época das cruzadas? E na inquisição da igreja Católica? Pois é pouco ou quase nada se fala hoje em dia.
Eu mesmo já me decepcionei e às vezes ainda me decepciono com Deus, mas oro pra que eu aprenda a aceitar sua vontade que às vezes não é a minha e ainda assim a bíblia diz que ela é boa, perfeita e agradável.
Peço desculpas se frustrei suas expectativas caro leitor. Meu desejo é que recebas as bênçãos de Deus e aprendas a saber lidar quando elas aparentemente não vierem.
Não te assustes quando os sentimentos de decepção com Deus te arrebatar. Lembras que Jesus disse “Pai porque me abandonastes?” E ele entende como isso é de nossa natureza, pois um dia Ele próprio experimentou isso na pele.
Fica na paz de Cristo.